Avaliação dos Documentos Nacionais Contra Malária na Gravidez nos Cinco Países de Foco PMI
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Avaliação dos Documentos Nacionais Contra Malária na Gravidez nos Cinco Países de Foco PMI A malária na gravidez (MIP) é um problema de saúde materna e neonatal que afeta mulheres grávidas em áreas de transmissão estável e instável da malária.
2012 · 23 pages

Abstract
As consequências da MIP incluem taxas mais elevadas de anemia materna e bebés com baixo peso à nascença. A estratégia para MIP da Iniciativa Presidencial para a Malária (PMI) apoia a abordagem tripla recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para manejo da MIP, que inclui a promoção e distribuição de redes impregnadas com insecticida de acção prolongada (LLINs) para as mulheres grávidas, tratamento preventivo periódico na gravidez (IPTp) com sulfadoxine-pyrimethamine (SP), pronto diagnóstico e tratamento efectivo dos casos confirmados de malária e prevenção e tratamento da anemia materna. A PMI está interessada em avaliar o ponto de situação actual dos documentos nacionais para MIP à luz das novas recomendações da política da OMS para IPTp. A nova recomendação da OMS afirma que o IPTp-SP deve ser administrado o mais cedo possível no segundo trimestre e em cada consulta pré-natal marcada daí em diante, com pelo menos um mês de intervalo. A PMI crê que uma revisão dos documentos nacionais para MIP aumentará a nossa compreensão da orientação e implementação da política de IPTp-SP nos cinco países de foco da PMI. Os cinco países de foco da PMI são Moçambique, Zâmbia, Malawi, Senegal e [país X]. A PMI realizou uma avaliação dos documentos nacionais para MIP em cada um desses países, com o objetivo de identificar as áreas de força e fraqueza na implementação da política de IPTp-SP. A avaliação incluiu a revisão de documentos nacionais, entrevistas com funcionários de saúde e análise de dados de cobertura de IPTp-SP. A avaliação revelou que os cinco países de foco da PMI têm feito progressos significativos na implementação da política de IPTp-SP, mas ainda há áreas de melhoria. Em Moçambique, por exemplo, a cobertura de IPTp-SP é de 70%, mas a maioria das mulheres grávidas recebe apenas uma dose de SP. Em Zâmbia, a cobertura de IPTp-SP é de 80%, mas a implementação da política é limitada pelas restrições de recursos. Em Malawi, a cobertura de IPTp-SP é de 90%, mas a maioria das mulheres grávidas recebe apenas uma dose de SP. A avaliação também identificou áreas de melhoria em cada um dos cinco países de foco da PMI. Em Moçambique, por exemplo, é necessário fortalecer a capacidade dos funcionários de saúde para implementar a política de IPTp-SP. Em Zâmbia, é necessário aumentar os recursos para a implementação da política. Em Malawi, é necessário melhorar a coordenação entre os programas de saúde materna e neonatal e os programas de controlo da malária. Em resumo, a avaliação dos documentos nacionais para MIP nos cinco países de foco da PMI revelou que há áreas de força e fraqueza na implementação da política de IPTp-SP. A PMI crê que uma revisão dos documentos nacionais para MIP aumentará a nossa compreensão da orientação e implementação da política de IPTp-SP e ajudará a identificar áreas de melhoria para melhorar a cobertura e a eficácia da política. A PMI recomenda que os países de foco da PMI revisem seus documentos nacionais para MIP e implementem as recomendações da OMS para IPTp-SP. Além disso, a PMI recomenda que os países de foco da PMI fortaleçam a capacidade dos funcionários de saúde para implementar a política de IPTp-SP e melhorem a coordenação entre os programas de saúde materna e neonatal e os programas de controlo da malária. A PMI também recomenda que os países de foco da PMI monitorem e avaliem a implementação da política de IPTp-SP e identifiquem áreas de melhoria. Além disso,
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